“Tudo entre aspas”
Difícil mesmo é aceitar calado coisas que não se encaixam no significado do termo “correto”. Parecer louco, mal educado e ignorante quando há inconformidade com certas ocasiões faz parte de momentos da vida de quem não consegue acatar atitudes, por vezes, ridículas.
Feio? Seria feio torcer por jus-ti-ça? Feio mesmo é abusar de algumas situações para promover a “ética” (ou seria correto dizer promover-se?). Tudo entre aspas, claro, até porque louco, mal educado e ignorante é quem não tem necessidade de realizar essa façanha.
AH! Esqueci que é errado contestar o que é certo…
Há os que nada veem, os que lutam (alguns diriam ‘brigam) e os que jamais abrirão mão do que acham ‘certo’.
Que fase da vida é essa que não estava programada na minha cabeça? E esse turbilhão de sentimentos ruins e bons, por que todos ao mesmo tempo? É realmente necessário que eu aceite as circunstâncias do momento? Que caminho seguir? Como controlar a raiva? Como administrar a felicidade? Como lidar com a minha intensidade? Será que os meus problemas são grandes o suficiente para que eu faça deles minhas maiores preocupações? Como mostrar para todos que são esses questionamentos que me tiram o sono (e tiram?)? Está aí um exercício que eu adoro: refletir sobre mim! Narcisismo? Acho que não. Creio que é só uma mania. E que vontade eu tenho de sair escrevendo tudo o que penso! Não, melhor não. As pessoas podem não entender, podem não achar bonito, podem discordar. Mas, pensando melhor, o que os outros têm a ver com isso? Tudo, eu diria. Agora o melhor pensamento seria: quem de vocês não tem a ver com isso? Poucos. Cadê a linearidade do pensamento? Onde foi parar o nexo que deveria conter esse texto? Vai saber… Talvez o mais importante seja concluir que, independente dos problemas, eu sou feliz! Sabem por quê? Ah, porque eu tenho uma vida inteira pra ficar refletindo sobre mim!
Ainda tenho o amanhã pra aproveitar…