Penso, divido.

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Setembro 2012

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"Tudo entre aspas"

Difícil mesmo é aceitar calado coisas que não se encaixam no significado do termo “correto”. Parecer louco, mal educado e ignorante quando há inconformidade com certas ocasiões faz parte de momentos da vida de quem não consegue acatar atitudes, por vezes, ridículas.

Feio? Seria feio torcer por jus-ti-ça? Feio mesmo é abusar de algumas situações para promover a “ética” (ou seria correto dizer promover-se?). Tudo entre aspas, claro, até porque louco, mal educado e ignorante é quem não tem necessidade de realizar essa façanha.

AH! Esqueci que é errado contestar o que é certo…

Sep 28, 20121 note
Sep 28, 2012

Abril 2012

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Que fase da vida é essa que não estava programada na minha cabeça? E esse turbilhão de sentimentos ruins e bons, por que todos ao mesmo tempo? É realmente necessário que eu aceite as circunstâncias do momento? Que caminho seguir? Como controlar a raiva? Como administrar a felicidade? Como lidar com a minha intensidade? Será que os meus problemas são grandes o suficiente para que eu faça deles minhas maiores preocupações? Como mostrar para todos que são esses questionamentos que me tiram o sono (e tiram?)? Está aí um exercício que eu adoro: refletir sobre mim! Narcisismo? Acho que não. Creio que é só uma mania. E que vontade eu tenho de sair escrevendo tudo o que penso! Não, melhor não. As pessoas podem não entender, podem não achar bonito, podem discordar. Mas, pensando melhor, o que os outros têm a ver com isso? Tudo, eu diria. Agora o melhor pensamento seria: quem de vocês não tem a ver com isso? Poucos. Cadê a linearidade do pensamento? Onde foi parar o nexo que deveria conter esse texto? Vai saber… Talvez o mais importante seja concluir que, independente dos problemas, eu sou feliz! Sabem por quê? Ah, porque eu tenho uma vida inteira pra ficar refletindo sobre mim!

Apr 27, 20121 note

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Janeiro 2012

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Jan 29, 20121 note
Jan 29, 201240,458 notes
Não conseguir mais viver sem alguém: Se você ainda não sentiu, vai... →

Não conseguir mais viver sem alguém: Se você ainda não sentiu, vai sentir. Vai ser lindo, vai ser devastador, vai mudar tudo que você pensa, vai te virar do avesso, vai te dar frio na barriga, tremedeira nas pernas e arrepio na nuca. Vai te fazer renascer.

Lembro de me dizerem que esse papo de peça que faltava do quebra-cabeça, almas que se completam e destinos que precisavam se cruzar eram exagerados e que, na verdade, as pessoas já eram completas, que casais sem complementavam, que a gente precisava ser inteiro pra que alguém pudesse vir e só adicionar, que a gente deve é saber viver sozinho e por si, e que ninguém pode tirar um pedaço teu quando vai embora. Teorias, teorias, teorias… tudo muito bonito, muito profundo e muito me ajudou a sair de buracos que eu mesma tinha cavado. Mas…  e daí? Daí que apareceu alguém que fez das teorias pó, que desmanchou certezas como café na água, que me fez rever tudo que antes era verdade e que me fazia gritar aos quatro ventos como ensinamento de vida.

Quando teus passos já não são mais firmes sem aquele que segura tua mão, quando teu chão desaparece de manhã cedo, na ida pro trabalho e te faz falta aquela companhia, quando a volta pra casa sem o ombro dele pra apoiar a cabeça, te deixa zonza e perdida nas avenidas que costumavas conhecer tão bem… Aí começas a sentir a história de não conseguir mais viver sem alguém.

Quem foi que permitiu que a vida me tirasse o gps cada vez que te digo “Até logo”? Quem foi que deixou que o chão sob os meus pés balançasse enquanto eu caminho depois do teu beijo de “Até amanhã”? Não fui eu! Não sei quem foi, mas agora já foi, só vem aqui, me segura bem forte pelo braço… E olha, não te atreve a soltar! Odeio passar vergonha quando eu tropeço na rua e preciso fingir que eu tava era correndo.

Jan 23, 20125 notes
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