Que fase da vida é essa que não estava programada na minha cabeça? E esse turbilhão de sentimentos ruins e bons, por que todos ao mesmo tempo? É realmente necessário que eu aceite as circunstâncias do momento? Que caminho seguir? Como controlar a raiva? Como administrar a felicidade? Como lidar com a minha intensidade? Será que os meus problemas são grandes o suficiente para que eu faça deles minhas maiores preocupações? Como mostrar para todos que são esses questionamentos que me tiram o sono (e tiram?)? Está aí um exercício que eu adoro: refletir sobre mim! Narcisismo? Acho que não. Creio que é só uma mania. E que vontade eu tenho de sair escrevendo tudo o que penso! Não, melhor não. As pessoas podem não entender, podem não achar bonito, podem discordar. Mas, pensando melhor, o que os outros têm a ver com isso? Tudo, eu diria. Agora o melhor pensamento seria: quem de vocês não tem a ver com isso? Poucos. Cadê a linearidade do pensamento? Onde foi parar o nexo que deveria conter esse texto? Vai saber… Talvez o mais importante seja concluir que, independente dos problemas, eu sou feliz! Sabem por quê? Ah, porque eu tenho uma vida inteira pra ficar refletindo sobre mim!